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feat(compression): adota omniglyph 1.4.0, perfis semânticos e contabilidade com evidência - #10647

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Aug 18, 2026
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@diegosouzapw

@diegosouzapw diegosouzapw commented Aug 18, 2026 •

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⚠️ base-red inherited: #9985

Adota o OmniGlyph 1.4.0 (publicado em 2026-08-17) e fecha o #9680.

Closes #9680

Por que não é só um bump

O 1.4.0 mudou o contrato de duas funções que o adapter já usava.
isOmniGlyphSupportedModel() e isOmniGlyphSupportedGptModel() passaram a resolver o
escopo de segurança lendo process.env.OMNIGLYPH_PROFILE. Somado ao OMNIGLYPH_MODELS
que o pacote já lia, duas variáveis do ambiente do host decidiam, em silêncio, o gate de
todo request do OmniRoute.

Medido nesta base, o problema é maior do que "a env pode desligar": com
OMNIGLYPH_MODELS=claude-fable-5,claude-sonnet-5 exportado, o adapter comprimia
claude-sonnet-5 — um modelo sem recibo medido — enquanto a UI e o catálogo de engines
continuavam afirmando "Claude Fable 5 na rota direta medida". O OmniRoute não tinha
allowlist própria: delegava 100% à lista env-configurável do pacote. Isso já valia no
1.3.1.

O adapter agora usa isOmniGlyphSupportedModelForScope() com escopo explícito e fixa o
escopo mais restrito como teto, então a env só pode estreitar a allowlist, nunca
alargá-la.

O que entra junto

Perfis semânticos nos três wires. O 1.4.0 trouxe coding-safe, balanced,
aggressive e passthrough, mas só transformAnthropicMessages() os resolve sozinho —
os transformadores OpenAI recebem TransformOptions cru e ignorariam o campo. Sem o merge
explícito do host, um perfil escolhido pelo operador valeria no wire Claude e sumiria no
OpenAI.

O default segue aggressive. Medição desta base:

Cenário aggressive coding-safe
Sessão nova (system denso, sem histórico) comprime, 2 imagens applied=false, below_min_chars
Sessão com 40 turnos comprime, 7 imagens comprime, 5 imagens

coding-safe e balanced fixam minCompressChars no máximo e mantêm system, schemas de
tools e tool results nativos. Como a engine é opt-in, esse default entregaria "ligado, 0%
de ganho" para toda sessão recém-aberta — justamente quando o system prompt é a carga
inteira. Ficam disponíveis como escolha explícita, com o custo descrito na própria UI.

O perfil é teto, não piso: mergeCompressionProfileOptions não deixa um override do
chamador reabrir uma lane que o perfil fechou. Por ser contra-intuitivo, tem teste próprio.

Um caminho em que o OmniRoute violaria a própria política. O wire OpenAI do pacote não
tem compressSystem — honra apenas compressTools, gptHistory, minCompressChars e
reflow, e sempre troca a instrução por um ponteiro para a imagem. Com preserveSystemPrompt
ligado, imagear assim queimaria o prefixo quente que a decisão cache-aware está protegendo,
e nada no corpo devolvido denunciaria. A engine agora pula com
skip:system_preservation_unsupported_on_wire.

Contabilidade física com grau de evidência. O adapter descartava o TransformInfo
inteiro, então a UI mostrava um número de economia sem dizer de onde vinha. normalizeAccounting()
classifica isso (provider-reported / estimated / bytes-only / unavailable) e resolve
a semântica de cache por família — Anthropic usa buckets disjuntos, OpenAI e xAI reportam
cached como subconjunto do input; somar à mão dá double-count.

O novo omniglyphTelemetry.ts não filtra por denylist: monta um objeto novo, campo a campo,
só com número e enum. TransformInfo mistura contadores inofensivos com bytes PNG,
imageSourceText(s), recoverable[].text, os sha8 de system/CLAUDE.md/primeira mensagem e
o bloco env (cwd, branch, versões). Um teste de negação prova que segredo, caminho do
operador, texto do system e base64 não chegam à telemetria.

Configuração do operador. OmniglyphConfig tipado, schema Zod, normalizador do banco
(perfil desconhecido cai para o default), seletor na página do engine e i18n en/pt-BR
descrevendo o custo medido de cada perfil.

Correções que o 1.4.0 traz sem código aqui

Glyph K que era lido como H (pior par confusável do atlas), backtracking polinomial
removido do secret-guard, overrides do pnpm migrados para pnpm-workspace.yaml (o pnpm 10
ignorava o campo do package.json) e as transitivas vulneráveis resolvidas.

Validação

Gate Resultado
Suíte focada de compressão (node:test) 41/41
tests/unit/ui/omniglyphContextPage.test.tsx 3/3
npm run test:vitest 40 arquivos, 362 testes, 0 falhas
npm run typecheck:core PASS
ESLint (arquivos alterados) PASS
npm run check:cycles PASS — 419 arquivos
npm run check:docs-all PASS
npm run i18n:check-ui-coverage PASS — 42 locales

npm run test:vitest:ui fecha com 5 arquivos vermelhos. Três passam isolados (saturação da
máquina). Dois — tests/unit/agent-skills-page.test.tsx e
tests/unit/ui/edit-connection-modal-free-models.test.tsx — falham idênticos no tip puro
de origin/release/v3.8.50 (14/8 e 1/11), verificado num worktree descartável: base-red
herdado, ver #9985. Nenhum toca compressão.

A primeira execução do CI acusou 4 vermelhos na Unit Tests fast-path (4/4), discriminados
um a um contra o tip puro de origin/release/v3.8.50:

  • tests/unit/compression/pipeline-circuit-breaker.test.ts — TypeError: Cannot read properties of undefined (reading 'executionStages'). Falha idêntica na base
    (8 passam, 1 falha nos dois lados); canRunAtCompressionStage já existe lá e o diff deste
    PR sobre strategySelector.ts é só de declaração de tipo. Base-red herdado, ver 🔴 Release branch not green: release/v3.8.50 #9985.
  • tests/unit/i18n-vi-completeness.test.ts (3 testes) — regressão deste PR, corrigida no
    commit fix(i18n). As 11 chaves do seletor de perfil entraram só em en e pt-BR. O
    ratchet i18n:check-ui-coverage passa com 80% e não pegou; só o vi tem teste de paridade
    ESTRITA, e ele passa 5/5 na base. Locale vi completado.

Gates do upstream sobre a tag v1.4.0: pnpm install (já sem o aviso de overrides
ignorados), lint, typecheck e build PASS. pnpm test acusou 4 arquivos vermelhos sob
load 19; os quatro passam isolados (110 testes).

Nota de manutenção

tests/unit/ui/omniglyphContextPage.test.tsx saiu da lista de exclusão do vitest.config.ts.
O arquivo estava lá como "#8618 pre-existing failure", mas a falha não era pré-existente: o
trabalho anterior mudou a cópia do gate de transporte de "direct Anthropic" para "direct
provider" e não atualizou a asserção — invisível porque o arquivo não rodava. Com a asserção
alinhada o arquivo fecha 3/3, e o próprio comentário da exclusão mandava removê-la quando
corrigida.

HOLDs

secretGuardMode continua resolvido por env do processo no upstream, então não foi
exposto como configuração por request — seria afirmar um isolamento que não existe. GPT 5.6,
Codex/ChatGPT, Grok e agregadores seguem fail-closed até terem recibo próprio de fidelidade
de bytes. A matriz test:unit completa e a homologação na VPS não foram executadas nesta
rodada.

… gate

Roda o OmniGlyph depois da tradução para o wire real do provedor, em vez do
corpo de origem. Um cliente OpenAI roteado para Claude deixava de comprimir com
skip:source_format_not_claude porque o corpo ainda estava em formato OpenAI
quando a engine era avaliada.

- dispatch nativo por wire: Anthropic Messages, OpenAI Chat Completions e
  OpenAI Responses (input[] preservado, sem achatar para messages[]);
- estágio target-wire pós-translateRequest, com guarda contra dupla compressão
  no caminho Claude→OpenAI;
- preserveSystemPrompt do OmniRoute mapeado para compressSystem: false;
- imageTransportPolicy: fidelidade de bytes/dimensões separada de supportsVision;
  só Anthropic/Claude tem recibo byte-preserving, o resto é fail-closed;
- contagem de tokens de data URL PNG no wire OpenAI (marcador ;base64,);
- README e i18n en/pt-BR com claims escopados ao caminho medido.
…nv do host

O 1.4.0 introduziu escopos de segurança e passou a resolvê-los dentro de
isOmniGlyphSupportedModel() lendo process.env.OMNIGLYPH_PROFILE. Somado ao
OMNIGLYPH_MODELS que já existia, duas variáveis do ambiente do host decidiam em
silêncio o gate de TODO request do OmniRoute: passthrough desligaria a engine
inteira e OMNIGLYPH_MODELS admitiria modelos sem recibo medido, enquanto a UI
segue prometendo "Claude Fable 5 na rota direta medida".

O adapter passa a usar isOmniGlyphSupportedModelForScope() com escopo explícito
e fixa o escopo mais restrito como teto: a env só pode ESTREITAR a allowlist,
nunca alargar. Os dois wires compartilham a mesma lista no pacote desde o
1.4.0, então uma checagem cobre Anthropic e GPT.

- omniglyph ^1.3.1 -> ^1.4.0 (lock em 1.4.0);
- testes de regressão para os dois caminhos de sequestro por env;
- teste de contrato dos exports novos (escopo, perfis, accounting).

O 1.4.0 também traz, sem mudança de código aqui: correção do glyph K que era
lido como H, remoção do backtracking polinomial no secret-guard, overrides do
pnpm em pnpm-workspace.yaml e as transitivas vulneráveis resolvidas.
…ires

O 1.4.0 trouxe perfis nomeados (coding-safe, balanced, aggressive,
passthrough), mas só transformAnthropicMessages() os resolve sozinho: os
transformadores OpenAI recebem TransformOptions cru e ignorariam o campo. Um
perfil escolhido pelo operador valeria no wire Claude e sumiria no OpenAI. O
adapter passa a mesclar o perfil com mergeCompressionProfileOptions() antes de
chamar Chat Completions e Responses.

O default segue aggressive — a política que os recibos publicados mediram.
Medido nesta base: com coding-safe/balanced, uma sessão sem histórico acumulado
para em below_min_chars e a engine não faz nada, porque os dois fixam
minCompressChars no máximo e desligam system/tools/tool-results. Como a engine é
opt-in, um default assim entregaria "ligado, 0% de ganho".

O perfil é TETO, não piso: mergeCompressionProfileOptions não deixa um override
do chamador reabrir uma lane lossy que o perfil fechou. Coberto por teste, por
ser contra-intuitivo.

Também fecha um caminho em que o OmniRoute violaria a própria política: o wire
OpenAI do pacote não tem compressSystem — honra apenas compressTools,
gptHistory, minCompressChars e reflow, e sempre troca a instrução por um
ponteiro para a imagem. Com preserveSystemPrompt ligado, imagear assim queimaria
o prefixo quente que a decisão cache-aware está protegendo, sem nada no corpo
devolvido denunciando. A engine agora pula com
skip:system_preservation_unsupported_on_wire.
…ência

O adapter descartava o TransformInfo inteiro, então a UI mostrava um número de
economia sem dizer de onde ele vinha — contagem do provider, estimativa ou só
diferença de bytes. O 1.4.0 expõe normalizeAccounting(), que classifica essa
evidência e resolve a semântica de cache por família: Anthropic reporta input,
cache-create e cache-read em buckets DISJUNTOS, enquanto OpenAI e xAI reportam
cached como SUBCONJUNTO do input. Somar à mão dá double-count silencioso.

O novo omniglyphTelemetry.ts não filtra por denylist — MONTA um objeto novo,
campo a campo, só com número e enum. TransformInfo mistura contadores
inofensivos com material que não pode ser persistido: bytes PNG,
imageSourceText(s), recoverable[].text, os sha8 de system/CLAUDE.md/primeira
mensagem, nomes de tags observadas e o bloco env (cwd, branch, versões). Copiar
o objeto inteiro transformaria telemetria de compressão em vazamento de prompt.
O teste de negação prova que segredo, caminho do operador, texto do system e
base64 não aparecem, e varre a allowlist exigindo que toda string seja de um
enum conhecido.

- provider threaded do chatCore e do bridge Codex WS até a engine; ausente vira
  `unknown`, que faz o upstream recusar adivinhar buckets de cache;
- contabilidade propagada para o engineBreakdown do passo (o agregado do
  pipeline soma todas as engines e não serviria);
- skip não emite contabilidade: zeros ali seriam indistinguíveis de "a engine
  nem rodou".
…umentado

Fecha o caminho do operador: o perfil já existia no adapter, mas só como
default de código. Agora atravessa schema Zod, normalizador do banco, API de
settings e a página dedicada do engine.

- OmniglyphConfig tipado + omniglyphConfigSchema (z.enum dos quatro perfis);
- normalizeOmniglyphConfig: nome desconhecido vindo do storage cai para o
  default em vez de virar "roda com a política padrão";
- seletor na página do engine, com PATCH próprio — o perfil vive fora do mapa
  `engines`, e mandá-lo junto reescreveria o mapa inteiro (o store persiste o
  mapa como uma linha JSON só);
- i18n en/pt-BR descrevendo o custo medido de cada perfil, não só o nome;
- README e COMPRESSION_ENGINES.md com a regra do teto e o motivo de o default
  não ser o perfil mais seguro.

Corrige de passagem um teste-irmão que ninguém via: o gate de transporte na UI
deixou de dizer "direct Anthropic" quando os wires OpenAI nativos entraram, mas
tests/unit/ui/omniglyphContextPage.test.tsx continuou afirmando a cópia antiga.
O arquivo inteiro estava excluído do vitest.config.ts como "#8618 pre-existing
failure", então a quebra passou silenciosa. Com a asserção alinhada o arquivo
fecha 3/3, e a exclusão sai — o próprio comentário mandava removê-la quando
corrigida.

A doc não nomeia OMNIGLYPH_MODELS: o gate de docs fabricadas está certo em
apontar que o OmniRoute nunca lê essa env — quem lê é o pacote.
…iglyph

`tests/unit/i18n-vi-completeness.test.ts` exige paridade ESTRITA de chaves entre
en e vi — diferente do ratchet `i18n:check-ui-coverage`, que passa com 80%. As 11
chaves do seletor de perfil entraram só em en e pt-BR, e o gate de cobertura
seguiu verde, então a quebra só apareceu na matriz completa do CI.
…lyph-140-adoption

# Conflicts:
#	open-sse/services/compression/engines/omniglyphAdapter.ts
#	package.json
#	tests/unit/compression/omniglyph-chatcore-plumbing.test.ts
@diegosouzapw
diegosouzapw merged commit 04af8b1 into release/v3.8.50 Aug 18, 2026
5 of 9 checks passed
diegosouzapw added a commit that referenced this pull request Aug 18, 2026
)

`open-sse/services/combo.ts` imported "../../src/lib/localDb.js" — a .js suffix
on a module that only exists as .ts. Turbopack resolved it by accident until the
dependency-tree change in #10647; after that the instrumentation hook died at boot
with MODULE_NOT_FOUND, breaking `npm run dev` and the production build (60
consecutive red `Build App` runs on release/v3.8.50).

Fixes the same latent pattern in src/lib/usage/usageLedger.ts, which survived only
because it is an `import type` and is erased before resolution.

Adds a guard rejecting relative .js specifiers across open-sse/ and src/. Package
specifiers are untouched: publishing ESM as .js is legitimate there (e.g.
@modelcontextprotocol/sdk), and only first-party relative imports are first-party
TypeScript.

Closes #10674

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
diegosouzapw added a commit that referenced this pull request Aug 18, 2026
…#10695)

* fix(sse): import localDb through its real .ts extension (#10674)

`open-sse/services/combo.ts` imported "../../src/lib/localDb.js" — a .js suffix
on a module that only exists as .ts. Turbopack resolved it by accident until the
dependency-tree change in #10647; after that the instrumentation hook died at boot
with MODULE_NOT_FOUND, breaking `npm run dev` and the production build (60
consecutive red `Build App` runs on release/v3.8.50).

Fixes the same latent pattern in src/lib/usage/usageLedger.ts, which survived only
because it is an `import type` and is erased before resolution.

Adds a guard rejecting relative .js specifiers across open-sse/ and src/. Package
specifiers are untouched: publishing ESM as .js is legitimate there (e.g.
@modelcontextprotocol/sdk), and only first-party relative imports are first-party
TypeScript.

Closes #10674

* fix(config): keep the SQLite driver out of the client bundle (#10692)

The `aihorde` entry in IMAGE_PROVIDERS imported its live-catalog service directly.
IMAGE_PROVIDERS is reachable from "use client" dashboard pages — they read its KEYS
to derive which providers support which media kind — so that import dragged
aihordeImageCatalog → safeOutboundFetch → proxyFetch → featureFlags → db/core →
sqljsAdapter into the browser graph. The build then tried to bundle fs/net/tls for
the browser and failed with 28 Module not found errors, leaving `Build App` red for
60 consecutive runs and no artifact buildable from the branch.

A dynamic import() does not fix this: the bundler still has to make the module
browser-loadable. The dependency is inverted instead — the registry entry knows only
a pure registration module, and the server-only service registers itself on import,
which every server path needing live models already does. With nothing registered the
getter yields [], exactly what the live catalog returned before its first poll.

Validated by a full `npm run build:release`: 0 Module not found, artifact produced.

Closes #10692

---------

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
diegosouzapw added a commit that referenced this pull request Aug 19, 2026
…y point (#10692) (#10700)

The guard shipped with #10695 watched two hand-picked modules. It now walks the static
import graph from all 753 "use client" files in src/ (plus the two originally pinned
entries), so the invariant is verified across the repo instead of where someone
remembered to look. Full sweep runs in ~750ms.

Two exclusions make that practical:

- `import type` is not an edge — TypeScript erases it before the bundler sees it.
  Counting type imports turns 3 real findings into 29; a guard that cries wolf gets
  switched off.
- Dynamic `import()` is still not followed. It does not break a bundle edge (that was
  tried for #10692 and failed) but it does move the module into a chunk the browser
  fetches on demand, which is a legitimate boundary.

The widened sweep immediately found what the narrow one could not: five value-form
imports of `db/batches` / `db/files` across three files under dashboard/batch, each
reaching db/core → the SQLite driver. All five bind only interfaces (BatchRecord,
FileRecord) used in type position, so the compiler was eliding them and the build stayed
green — the same latent shape as #10692 before #10647 removed the toolchain's tolerance.
Marking them `import type` makes the elision explicit instead of incidental.

Refs #10692

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
HouMinXi pushed a commit to HouMinXi/OmniRoute that referenced this pull request Aug 20, 2026
…lidade com evidência (diegosouzapw#10647)

* feat(compression): target-wire OmniGlyph stage and transport fidelity gate

Roda o OmniGlyph depois da tradução para o wire real do provedor, em vez do
corpo de origem. Um cliente OpenAI roteado para Claude deixava de comprimir com
skip:source_format_not_claude porque o corpo ainda estava em formato OpenAI
quando a engine era avaliada.

- dispatch nativo por wire: Anthropic Messages, OpenAI Chat Completions e
  OpenAI Responses (input[] preservado, sem achatar para messages[]);
- estágio target-wire pós-translateRequest, com guarda contra dupla compressão
  no caminho Claude→OpenAI;
- preserveSystemPrompt do OmniRoute mapeado para compressSystem: false;
- imageTransportPolicy: fidelidade de bytes/dimensões separada de supportsVision;
  só Anthropic/Claude tem recibo byte-preserving, o resto é fail-closed;
- contagem de tokens de data URL PNG no wire OpenAI (marcador ;base64,);
- README e i18n en/pt-BR com claims escopados ao caminho medido.

* feat(compression): adota omniglyph 1.4.0 e tira o gate de modelo da env do host

O 1.4.0 introduziu escopos de segurança e passou a resolvê-los dentro de
isOmniGlyphSupportedModel() lendo process.env.OMNIGLYPH_PROFILE. Somado ao
OMNIGLYPH_MODELS que já existia, duas variáveis do ambiente do host decidiam em
silêncio o gate de TODO request do OmniRoute: passthrough desligaria a engine
inteira e OMNIGLYPH_MODELS admitiria modelos sem recibo medido, enquanto a UI
segue prometendo "Claude Fable 5 na rota direta medida".

O adapter passa a usar isOmniGlyphSupportedModelForScope() com escopo explícito
e fixa o escopo mais restrito como teto: a env só pode ESTREITAR a allowlist,
nunca alargar. Os dois wires compartilham a mesma lista no pacote desde o
1.4.0, então uma checagem cobre Anthropic e GPT.

- omniglyph ^1.3.1 -> ^1.4.0 (lock em 1.4.0);
- testes de regressão para os dois caminhos de sequestro por env;
- teste de contrato dos exports novos (escopo, perfis, accounting).

O 1.4.0 também traz, sem mudança de código aqui: correção do glyph K que era
lido como H, remoção do backtracking polinomial no secret-guard, overrides do
pnpm em pnpm-workspace.yaml e as transitivas vulneráveis resolvidas.

* feat(compression): expõe os perfis semânticos do omniglyph nos três wires

O 1.4.0 trouxe perfis nomeados (coding-safe, balanced, aggressive,
passthrough), mas só transformAnthropicMessages() os resolve sozinho: os
transformadores OpenAI recebem TransformOptions cru e ignorariam o campo. Um
perfil escolhido pelo operador valeria no wire Claude e sumiria no OpenAI. O
adapter passa a mesclar o perfil com mergeCompressionProfileOptions() antes de
chamar Chat Completions e Responses.

O default segue aggressive — a política que os recibos publicados mediram.
Medido nesta base: com coding-safe/balanced, uma sessão sem histórico acumulado
para em below_min_chars e a engine não faz nada, porque os dois fixam
minCompressChars no máximo e desligam system/tools/tool-results. Como a engine é
opt-in, um default assim entregaria "ligado, 0% de ganho".

O perfil é TETO, não piso: mergeCompressionProfileOptions não deixa um override
do chamador reabrir uma lane lossy que o perfil fechou. Coberto por teste, por
ser contra-intuitivo.

Também fecha um caminho em que o OmniRoute violaria a própria política: o wire
OpenAI do pacote não tem compressSystem — honra apenas compressTools,
gptHistory, minCompressChars e reflow, e sempre troca a instrução por um
ponteiro para a imagem. Com preserveSystemPrompt ligado, imagear assim queimaria
o prefixo quente que a decisão cache-aware está protegendo, sem nada no corpo
devolvido denunciando. A engine agora pula com
skip:system_preservation_unsupported_on_wire.

* feat(compression): contabilidade física do omniglyph com grau de evidência

O adapter descartava o TransformInfo inteiro, então a UI mostrava um número de
economia sem dizer de onde ele vinha — contagem do provider, estimativa ou só
diferença de bytes. O 1.4.0 expõe normalizeAccounting(), que classifica essa
evidência e resolve a semântica de cache por família: Anthropic reporta input,
cache-create e cache-read em buckets DISJUNTOS, enquanto OpenAI e xAI reportam
cached como SUBCONJUNTO do input. Somar à mão dá double-count silencioso.

O novo omniglyphTelemetry.ts não filtra por denylist — MONTA um objeto novo,
campo a campo, só com número e enum. TransformInfo mistura contadores
inofensivos com material que não pode ser persistido: bytes PNG,
imageSourceText(s), recoverable[].text, os sha8 de system/CLAUDE.md/primeira
mensagem, nomes de tags observadas e o bloco env (cwd, branch, versões). Copiar
o objeto inteiro transformaria telemetria de compressão em vazamento de prompt.
O teste de negação prova que segredo, caminho do operador, texto do system e
base64 não aparecem, e varre a allowlist exigindo que toda string seja de um
enum conhecido.

- provider threaded do chatCore e do bridge Codex WS até a engine; ausente vira
  `unknown`, que faz o upstream recusar adivinhar buckets de cache;
- contabilidade propagada para o engineBreakdown do passo (o agregado do
  pipeline soma todas as engines e não serviria);
- skip não emite contabilidade: zeros ali seriam indistinguíveis de "a engine
  nem rodou".

* feat(compression): perfil do omniglyph configurável, persistido e documentado

Fecha o caminho do operador: o perfil já existia no adapter, mas só como
default de código. Agora atravessa schema Zod, normalizador do banco, API de
settings e a página dedicada do engine.

- OmniglyphConfig tipado + omniglyphConfigSchema (z.enum dos quatro perfis);
- normalizeOmniglyphConfig: nome desconhecido vindo do storage cai para o
  default em vez de virar "roda com a política padrão";
- seletor na página do engine, com PATCH próprio — o perfil vive fora do mapa
  `engines`, e mandá-lo junto reescreveria o mapa inteiro (o store persiste o
  mapa como uma linha JSON só);
- i18n en/pt-BR descrevendo o custo medido de cada perfil, não só o nome;
- README e COMPRESSION_ENGINES.md com a regra do teto e o motivo de o default
  não ser o perfil mais seguro.

Corrige de passagem um teste-irmão que ninguém via: o gate de transporte na UI
deixou de dizer "direct Anthropic" quando os wires OpenAI nativos entraram, mas
tests/unit/ui/omniglyphContextPage.test.tsx continuou afirmando a cópia antiga.
O arquivo inteiro estava excluído do vitest.config.ts como "diegosouzapw#8618 pre-existing
failure", então a quebra passou silenciosa. Com a asserção alinhada o arquivo
fecha 3/3, e a exclusão sai — o próprio comentário mandava removê-la quando
corrigida.

A doc não nomeia OMNIGLYPH_MODELS: o gate de docs fabricadas está certo em
apontar que o OmniRoute nunca lê essa env — quem lê é o pacote.

* fix(i18n): paridade do locale vi com as chaves novas do perfil do omniglyph

`tests/unit/i18n-vi-completeness.test.ts` exige paridade ESTRITA de chaves entre
en e vi — diferente do ratchet `i18n:check-ui-coverage`, que passa com 80%. As 11
chaves do seletor de perfil entraram só em en e pt-BR, e o gate de cobertura
seguiu verde, então a quebra só apareceu na matriz completa do CI.

---------

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
Co-authored-by: adevwithpurpose <adevwithpurpose@users.noreply.github.com>
HouMinXi pushed a commit to HouMinXi/OmniRoute that referenced this pull request Aug 20, 2026
…#10674) (diegosouzapw#10691)

`open-sse/services/combo.ts` imported "../../src/lib/localDb.js" — a .js suffix
on a module that only exists as .ts. Turbopack resolved it by accident until the
dependency-tree change in diegosouzapw#10647; after that the instrumentation hook died at boot
with MODULE_NOT_FOUND, breaking `npm run dev` and the production build (60
consecutive red `Build App` runs on release/v3.8.50).

Fixes the same latent pattern in src/lib/usage/usageLedger.ts, which survived only
because it is an `import type` and is erased before resolution.

Adds a guard rejecting relative .js specifiers across open-sse/ and src/. Package
specifiers are untouched: publishing ESM as .js is legitimate there (e.g.
@modelcontextprotocol/sdk), and only first-party relative imports are first-party
TypeScript.

Closes diegosouzapw#10674

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
HouMinXi pushed a commit to HouMinXi/OmniRoute that referenced this pull request Aug 20, 2026
…uzapw#10692) (diegosouzapw#10695)

* fix(sse): import localDb through its real .ts extension (diegosouzapw#10674)

`open-sse/services/combo.ts` imported "../../src/lib/localDb.js" — a .js suffix
on a module that only exists as .ts. Turbopack resolved it by accident until the
dependency-tree change in diegosouzapw#10647; after that the instrumentation hook died at boot
with MODULE_NOT_FOUND, breaking `npm run dev` and the production build (60
consecutive red `Build App` runs on release/v3.8.50).

Fixes the same latent pattern in src/lib/usage/usageLedger.ts, which survived only
because it is an `import type` and is erased before resolution.

Adds a guard rejecting relative .js specifiers across open-sse/ and src/. Package
specifiers are untouched: publishing ESM as .js is legitimate there (e.g.
@modelcontextprotocol/sdk), and only first-party relative imports are first-party
TypeScript.

Closes diegosouzapw#10674

* fix(config): keep the SQLite driver out of the client bundle (diegosouzapw#10692)

The `aihorde` entry in IMAGE_PROVIDERS imported its live-catalog service directly.
IMAGE_PROVIDERS is reachable from "use client" dashboard pages — they read its KEYS
to derive which providers support which media kind — so that import dragged
aihordeImageCatalog → safeOutboundFetch → proxyFetch → featureFlags → db/core →
sqljsAdapter into the browser graph. The build then tried to bundle fs/net/tls for
the browser and failed with 28 Module not found errors, leaving `Build App` red for
60 consecutive runs and no artifact buildable from the branch.

A dynamic import() does not fix this: the bundler still has to make the module
browser-loadable. The dependency is inverted instead — the registry entry knows only
a pure registration module, and the server-only service registers itself on import,
which every server path needing live models already does. With nothing registered the
getter yields [], exactly what the live catalog returned before its first poll.

Validated by a full `npm run build:release`: 0 Module not found, artifact produced.

Closes diegosouzapw#10692

---------

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
HouMinXi pushed a commit to HouMinXi/OmniRoute that referenced this pull request Aug 20, 2026
…y point (diegosouzapw#10692) (diegosouzapw#10700)

The guard shipped with diegosouzapw#10695 watched two hand-picked modules. It now walks the static
import graph from all 753 "use client" files in src/ (plus the two originally pinned
entries), so the invariant is verified across the repo instead of where someone
remembered to look. Full sweep runs in ~750ms.

Two exclusions make that practical:

- `import type` is not an edge — TypeScript erases it before the bundler sees it.
  Counting type imports turns 3 real findings into 29; a guard that cries wolf gets
  switched off.
- Dynamic `import()` is still not followed. It does not break a bundle edge (that was
  tried for diegosouzapw#10692 and failed) but it does move the module into a chunk the browser
  fetches on demand, which is a legitimate boundary.

The widened sweep immediately found what the narrow one could not: five value-form
imports of `db/batches` / `db/files` across three files under dashboard/batch, each
reaching db/core → the SQLite driver. All five bind only interfaces (BatchRecord,
FileRecord) used in type position, so the compiler was eliding them and the build stayed
green — the same latent shape as diegosouzapw#10692 before diegosouzapw#10647 removed the toolchain's tolerance.
Marking them `import type` makes the elision explicit instead of incidental.

Refs diegosouzapw#10692

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
giauphan pushed a commit to giauphan/OmniRoute that referenced this pull request Aug 20, 2026
…lidade com evidência (diegosouzapw#10647)

* feat(compression): target-wire OmniGlyph stage and transport fidelity gate

Roda o OmniGlyph depois da tradução para o wire real do provedor, em vez do
corpo de origem. Um cliente OpenAI roteado para Claude deixava de comprimir com
skip:source_format_not_claude porque o corpo ainda estava em formato OpenAI
quando a engine era avaliada.

- dispatch nativo por wire: Anthropic Messages, OpenAI Chat Completions e
  OpenAI Responses (input[] preservado, sem achatar para messages[]);
- estágio target-wire pós-translateRequest, com guarda contra dupla compressão
  no caminho Claude→OpenAI;
- preserveSystemPrompt do OmniRoute mapeado para compressSystem: false;
- imageTransportPolicy: fidelidade de bytes/dimensões separada de supportsVision;
  só Anthropic/Claude tem recibo byte-preserving, o resto é fail-closed;
- contagem de tokens de data URL PNG no wire OpenAI (marcador ;base64,);
- README e i18n en/pt-BR com claims escopados ao caminho medido.

* feat(compression): adota omniglyph 1.4.0 e tira o gate de modelo da env do host

O 1.4.0 introduziu escopos de segurança e passou a resolvê-los dentro de
isOmniGlyphSupportedModel() lendo process.env.OMNIGLYPH_PROFILE. Somado ao
OMNIGLYPH_MODELS que já existia, duas variáveis do ambiente do host decidiam em
silêncio o gate de TODO request do OmniRoute: passthrough desligaria a engine
inteira e OMNIGLYPH_MODELS admitiria modelos sem recibo medido, enquanto a UI
segue prometendo "Claude Fable 5 na rota direta medida".

O adapter passa a usar isOmniGlyphSupportedModelForScope() com escopo explícito
e fixa o escopo mais restrito como teto: a env só pode ESTREITAR a allowlist,
nunca alargar. Os dois wires compartilham a mesma lista no pacote desde o
1.4.0, então uma checagem cobre Anthropic e GPT.

- omniglyph ^1.3.1 -> ^1.4.0 (lock em 1.4.0);
- testes de regressão para os dois caminhos de sequestro por env;
- teste de contrato dos exports novos (escopo, perfis, accounting).

O 1.4.0 também traz, sem mudança de código aqui: correção do glyph K que era
lido como H, remoção do backtracking polinomial no secret-guard, overrides do
pnpm em pnpm-workspace.yaml e as transitivas vulneráveis resolvidas.

* feat(compression): expõe os perfis semânticos do omniglyph nos três wires

O 1.4.0 trouxe perfis nomeados (coding-safe, balanced, aggressive,
passthrough), mas só transformAnthropicMessages() os resolve sozinho: os
transformadores OpenAI recebem TransformOptions cru e ignorariam o campo. Um
perfil escolhido pelo operador valeria no wire Claude e sumiria no OpenAI. O
adapter passa a mesclar o perfil com mergeCompressionProfileOptions() antes de
chamar Chat Completions e Responses.

O default segue aggressive — a política que os recibos publicados mediram.
Medido nesta base: com coding-safe/balanced, uma sessão sem histórico acumulado
para em below_min_chars e a engine não faz nada, porque os dois fixam
minCompressChars no máximo e desligam system/tools/tool-results. Como a engine é
opt-in, um default assim entregaria "ligado, 0% de ganho".

O perfil é TETO, não piso: mergeCompressionProfileOptions não deixa um override
do chamador reabrir uma lane lossy que o perfil fechou. Coberto por teste, por
ser contra-intuitivo.

Também fecha um caminho em que o OmniRoute violaria a própria política: o wire
OpenAI do pacote não tem compressSystem — honra apenas compressTools,
gptHistory, minCompressChars e reflow, e sempre troca a instrução por um
ponteiro para a imagem. Com preserveSystemPrompt ligado, imagear assim queimaria
o prefixo quente que a decisão cache-aware está protegendo, sem nada no corpo
devolvido denunciando. A engine agora pula com
skip:system_preservation_unsupported_on_wire.

* feat(compression): contabilidade física do omniglyph com grau de evidência

O adapter descartava o TransformInfo inteiro, então a UI mostrava um número de
economia sem dizer de onde ele vinha — contagem do provider, estimativa ou só
diferença de bytes. O 1.4.0 expõe normalizeAccounting(), que classifica essa
evidência e resolve a semântica de cache por família: Anthropic reporta input,
cache-create e cache-read em buckets DISJUNTOS, enquanto OpenAI e xAI reportam
cached como SUBCONJUNTO do input. Somar à mão dá double-count silencioso.

O novo omniglyphTelemetry.ts não filtra por denylist — MONTA um objeto novo,
campo a campo, só com número e enum. TransformInfo mistura contadores
inofensivos com material que não pode ser persistido: bytes PNG,
imageSourceText(s), recoverable[].text, os sha8 de system/CLAUDE.md/primeira
mensagem, nomes de tags observadas e o bloco env (cwd, branch, versões). Copiar
o objeto inteiro transformaria telemetria de compressão em vazamento de prompt.
O teste de negação prova que segredo, caminho do operador, texto do system e
base64 não aparecem, e varre a allowlist exigindo que toda string seja de um
enum conhecido.

- provider threaded do chatCore e do bridge Codex WS até a engine; ausente vira
  `unknown`, que faz o upstream recusar adivinhar buckets de cache;
- contabilidade propagada para o engineBreakdown do passo (o agregado do
  pipeline soma todas as engines e não serviria);
- skip não emite contabilidade: zeros ali seriam indistinguíveis de "a engine
  nem rodou".

* feat(compression): perfil do omniglyph configurável, persistido e documentado

Fecha o caminho do operador: o perfil já existia no adapter, mas só como
default de código. Agora atravessa schema Zod, normalizador do banco, API de
settings e a página dedicada do engine.

- OmniglyphConfig tipado + omniglyphConfigSchema (z.enum dos quatro perfis);
- normalizeOmniglyphConfig: nome desconhecido vindo do storage cai para o
  default em vez de virar "roda com a política padrão";
- seletor na página do engine, com PATCH próprio — o perfil vive fora do mapa
  `engines`, e mandá-lo junto reescreveria o mapa inteiro (o store persiste o
  mapa como uma linha JSON só);
- i18n en/pt-BR descrevendo o custo medido de cada perfil, não só o nome;
- README e COMPRESSION_ENGINES.md com a regra do teto e o motivo de o default
  não ser o perfil mais seguro.

Corrige de passagem um teste-irmão que ninguém via: o gate de transporte na UI
deixou de dizer "direct Anthropic" quando os wires OpenAI nativos entraram, mas
tests/unit/ui/omniglyphContextPage.test.tsx continuou afirmando a cópia antiga.
O arquivo inteiro estava excluído do vitest.config.ts como "diegosouzapw#8618 pre-existing
failure", então a quebra passou silenciosa. Com a asserção alinhada o arquivo
fecha 3/3, e a exclusão sai — o próprio comentário mandava removê-la quando
corrigida.

A doc não nomeia OMNIGLYPH_MODELS: o gate de docs fabricadas está certo em
apontar que o OmniRoute nunca lê essa env — quem lê é o pacote.

* fix(i18n): paridade do locale vi com as chaves novas do perfil do omniglyph

`tests/unit/i18n-vi-completeness.test.ts` exige paridade ESTRITA de chaves entre
en e vi — diferente do ratchet `i18n:check-ui-coverage`, que passa com 80%. As 11
chaves do seletor de perfil entraram só em en e pt-BR, e o gate de cobertura
seguiu verde, então a quebra só apareceu na matriz completa do CI.

---------

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
Co-authored-by: adevwithpurpose <adevwithpurpose@users.noreply.github.com>
giauphan pushed a commit to giauphan/OmniRoute that referenced this pull request Aug 20, 2026
…#10674) (diegosouzapw#10691)

`open-sse/services/combo.ts` imported "../../src/lib/localDb.js" — a .js suffix
on a module that only exists as .ts. Turbopack resolved it by accident until the
dependency-tree change in diegosouzapw#10647; after that the instrumentation hook died at boot
with MODULE_NOT_FOUND, breaking `npm run dev` and the production build (60
consecutive red `Build App` runs on release/v3.8.50).

Fixes the same latent pattern in src/lib/usage/usageLedger.ts, which survived only
because it is an `import type` and is erased before resolution.

Adds a guard rejecting relative .js specifiers across open-sse/ and src/. Package
specifiers are untouched: publishing ESM as .js is legitimate there (e.g.
@modelcontextprotocol/sdk), and only first-party relative imports are first-party
TypeScript.

Closes diegosouzapw#10674

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
giauphan pushed a commit to giauphan/OmniRoute that referenced this pull request Aug 20, 2026
…uzapw#10692) (diegosouzapw#10695)

* fix(sse): import localDb through its real .ts extension (diegosouzapw#10674)

`open-sse/services/combo.ts` imported "../../src/lib/localDb.js" — a .js suffix
on a module that only exists as .ts. Turbopack resolved it by accident until the
dependency-tree change in diegosouzapw#10647; after that the instrumentation hook died at boot
with MODULE_NOT_FOUND, breaking `npm run dev` and the production build (60
consecutive red `Build App` runs on release/v3.8.50).

Fixes the same latent pattern in src/lib/usage/usageLedger.ts, which survived only
because it is an `import type` and is erased before resolution.

Adds a guard rejecting relative .js specifiers across open-sse/ and src/. Package
specifiers are untouched: publishing ESM as .js is legitimate there (e.g.
@modelcontextprotocol/sdk), and only first-party relative imports are first-party
TypeScript.

Closes diegosouzapw#10674

* fix(config): keep the SQLite driver out of the client bundle (diegosouzapw#10692)

The `aihorde` entry in IMAGE_PROVIDERS imported its live-catalog service directly.
IMAGE_PROVIDERS is reachable from "use client" dashboard pages — they read its KEYS
to derive which providers support which media kind — so that import dragged
aihordeImageCatalog → safeOutboundFetch → proxyFetch → featureFlags → db/core →
sqljsAdapter into the browser graph. The build then tried to bundle fs/net/tls for
the browser and failed with 28 Module not found errors, leaving `Build App` red for
60 consecutive runs and no artifact buildable from the branch.

A dynamic import() does not fix this: the bundler still has to make the module
browser-loadable. The dependency is inverted instead — the registry entry knows only
a pure registration module, and the server-only service registers itself on import,
which every server path needing live models already does. With nothing registered the
getter yields [], exactly what the live catalog returned before its first poll.

Validated by a full `npm run build:release`: 0 Module not found, artifact produced.

Closes diegosouzapw#10692

---------

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
giauphan pushed a commit to giauphan/OmniRoute that referenced this pull request Aug 20, 2026
…y point (diegosouzapw#10692) (diegosouzapw#10700)

The guard shipped with diegosouzapw#10695 watched two hand-picked modules. It now walks the static
import graph from all 753 "use client" files in src/ (plus the two originally pinned
entries), so the invariant is verified across the repo instead of where someone
remembered to look. Full sweep runs in ~750ms.

Two exclusions make that practical:

- `import type` is not an edge — TypeScript erases it before the bundler sees it.
  Counting type imports turns 3 real findings into 29; a guard that cries wolf gets
  switched off.
- Dynamic `import()` is still not followed. It does not break a bundle edge (that was
  tried for diegosouzapw#10692 and failed) but it does move the module into a chunk the browser
  fetches on demand, which is a legitimate boundary.

The widened sweep immediately found what the narrow one could not: five value-form
imports of `db/batches` / `db/files` across three files under dashboard/batch, each
reaching db/core → the SQLite driver. All five bind only interfaces (BatchRecord,
FileRecord) used in type position, so the compiler was eliding them and the build stayed
green — the same latent shape as diegosouzapw#10692 before diegosouzapw#10647 removed the toolchain's tolerance.
Marking them `import type` makes the elision explicit instead of incidental.

Refs diegosouzapw#10692

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
@diegosouzapw
diegosouzapw deleted the feat/omniglyph-140-adoption branch August 21, 2026 15:32
muhamadgalihsaputra pushed a commit to niyatna/NiyatnaRoute that referenced this pull request Sep 27, 2026
…lidade com evidência (diegosouzapw#10647)

* feat(compression): target-wire OmniGlyph stage and transport fidelity gate

Roda o OmniGlyph depois da tradução para o wire real do provedor, em vez do
corpo de origem. Um cliente OpenAI roteado para Claude deixava de comprimir com
skip:source_format_not_claude porque o corpo ainda estava em formato OpenAI
quando a engine era avaliada.

- dispatch nativo por wire: Anthropic Messages, OpenAI Chat Completions e
  OpenAI Responses (input[] preservado, sem achatar para messages[]);
- estágio target-wire pós-translateRequest, com guarda contra dupla compressão
  no caminho Claude→OpenAI;
- preserveSystemPrompt do OmniRoute mapeado para compressSystem: false;
- imageTransportPolicy: fidelidade de bytes/dimensões separada de supportsVision;
  só Anthropic/Claude tem recibo byte-preserving, o resto é fail-closed;
- contagem de tokens de data URL PNG no wire OpenAI (marcador ;base64,);
- README e i18n en/pt-BR com claims escopados ao caminho medido.

* feat(compression): adota omniglyph 1.4.0 e tira o gate de modelo da env do host

O 1.4.0 introduziu escopos de segurança e passou a resolvê-los dentro de
isOmniGlyphSupportedModel() lendo process.env.OMNIGLYPH_PROFILE. Somado ao
OMNIGLYPH_MODELS que já existia, duas variáveis do ambiente do host decidiam em
silêncio o gate de TODO request do OmniRoute: passthrough desligaria a engine
inteira e OMNIGLYPH_MODELS admitiria modelos sem recibo medido, enquanto a UI
segue prometendo "Claude Fable 5 na rota direta medida".

O adapter passa a usar isOmniGlyphSupportedModelForScope() com escopo explícito
e fixa o escopo mais restrito como teto: a env só pode ESTREITAR a allowlist,
nunca alargar. Os dois wires compartilham a mesma lista no pacote desde o
1.4.0, então uma checagem cobre Anthropic e GPT.

- omniglyph ^1.3.1 -> ^1.4.0 (lock em 1.4.0);
- testes de regressão para os dois caminhos de sequestro por env;
- teste de contrato dos exports novos (escopo, perfis, accounting).

O 1.4.0 também traz, sem mudança de código aqui: correção do glyph K que era
lido como H, remoção do backtracking polinomial no secret-guard, overrides do
pnpm em pnpm-workspace.yaml e as transitivas vulneráveis resolvidas.

* feat(compression): expõe os perfis semânticos do omniglyph nos três wires

O 1.4.0 trouxe perfis nomeados (coding-safe, balanced, aggressive,
passthrough), mas só transformAnthropicMessages() os resolve sozinho: os
transformadores OpenAI recebem TransformOptions cru e ignorariam o campo. Um
perfil escolhido pelo operador valeria no wire Claude e sumiria no OpenAI. O
adapter passa a mesclar o perfil com mergeCompressionProfileOptions() antes de
chamar Chat Completions e Responses.

O default segue aggressive — a política que os recibos publicados mediram.
Medido nesta base: com coding-safe/balanced, uma sessão sem histórico acumulado
para em below_min_chars e a engine não faz nada, porque os dois fixam
minCompressChars no máximo e desligam system/tools/tool-results. Como a engine é
opt-in, um default assim entregaria "ligado, 0% de ganho".

O perfil é TETO, não piso: mergeCompressionProfileOptions não deixa um override
do chamador reabrir uma lane lossy que o perfil fechou. Coberto por teste, por
ser contra-intuitivo.

Também fecha um caminho em que o OmniRoute violaria a própria política: o wire
OpenAI do pacote não tem compressSystem — honra apenas compressTools,
gptHistory, minCompressChars e reflow, e sempre troca a instrução por um
ponteiro para a imagem. Com preserveSystemPrompt ligado, imagear assim queimaria
o prefixo quente que a decisão cache-aware está protegendo, sem nada no corpo
devolvido denunciando. A engine agora pula com
skip:system_preservation_unsupported_on_wire.

* feat(compression): contabilidade física do omniglyph com grau de evidência

O adapter descartava o TransformInfo inteiro, então a UI mostrava um número de
economia sem dizer de onde ele vinha — contagem do provider, estimativa ou só
diferença de bytes. O 1.4.0 expõe normalizeAccounting(), que classifica essa
evidência e resolve a semântica de cache por família: Anthropic reporta input,
cache-create e cache-read em buckets DISJUNTOS, enquanto OpenAI e xAI reportam
cached como SUBCONJUNTO do input. Somar à mão dá double-count silencioso.

O novo omniglyphTelemetry.ts não filtra por denylist — MONTA um objeto novo,
campo a campo, só com número e enum. TransformInfo mistura contadores
inofensivos com material que não pode ser persistido: bytes PNG,
imageSourceText(s), recoverable[].text, os sha8 de system/CLAUDE.md/primeira
mensagem, nomes de tags observadas e o bloco env (cwd, branch, versões). Copiar
o objeto inteiro transformaria telemetria de compressão em vazamento de prompt.
O teste de negação prova que segredo, caminho do operador, texto do system e
base64 não aparecem, e varre a allowlist exigindo que toda string seja de um
enum conhecido.

- provider threaded do chatCore e do bridge Codex WS até a engine; ausente vira
  `unknown`, que faz o upstream recusar adivinhar buckets de cache;
- contabilidade propagada para o engineBreakdown do passo (o agregado do
  pipeline soma todas as engines e não serviria);
- skip não emite contabilidade: zeros ali seriam indistinguíveis de "a engine
  nem rodou".

* feat(compression): perfil do omniglyph configurável, persistido e documentado

Fecha o caminho do operador: o perfil já existia no adapter, mas só como
default de código. Agora atravessa schema Zod, normalizador do banco, API de
settings e a página dedicada do engine.

- OmniglyphConfig tipado + omniglyphConfigSchema (z.enum dos quatro perfis);
- normalizeOmniglyphConfig: nome desconhecido vindo do storage cai para o
  default em vez de virar "roda com a política padrão";
- seletor na página do engine, com PATCH próprio — o perfil vive fora do mapa
  `engines`, e mandá-lo junto reescreveria o mapa inteiro (o store persiste o
  mapa como uma linha JSON só);
- i18n en/pt-BR descrevendo o custo medido de cada perfil, não só o nome;
- README e COMPRESSION_ENGINES.md com a regra do teto e o motivo de o default
  não ser o perfil mais seguro.

Corrige de passagem um teste-irmão que ninguém via: o gate de transporte na UI
deixou de dizer "direct Anthropic" quando os wires OpenAI nativos entraram, mas
tests/unit/ui/omniglyphContextPage.test.tsx continuou afirmando a cópia antiga.
O arquivo inteiro estava excluído do vitest.config.ts como "diegosouzapw#8618 pre-existing
failure", então a quebra passou silenciosa. Com a asserção alinhada o arquivo
fecha 3/3, e a exclusão sai — o próprio comentário mandava removê-la quando
corrigida.

A doc não nomeia OMNIGLYPH_MODELS: o gate de docs fabricadas está certo em
apontar que o OmniRoute nunca lê essa env — quem lê é o pacote.

* fix(i18n): paridade do locale vi com as chaves novas do perfil do omniglyph

`tests/unit/i18n-vi-completeness.test.ts` exige paridade ESTRITA de chaves entre
en e vi — diferente do ratchet `i18n:check-ui-coverage`, que passa com 80%. As 11
chaves do seletor de perfil entraram só em en e pt-BR, e o gate de cobertura
seguiu verde, então a quebra só apareceu na matriz completa do CI.

---------

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
Co-authored-by: adevwithpurpose <adevwithpurpose@users.noreply.github.com>
muhamadgalihsaputra pushed a commit to niyatna/NiyatnaRoute that referenced this pull request Sep 27, 2026
…#10674) (diegosouzapw#10691)

`open-sse/services/combo.ts` imported "../../src/lib/localDb.js" — a .js suffix
on a module that only exists as .ts. Turbopack resolved it by accident until the
dependency-tree change in diegosouzapw#10647; after that the instrumentation hook died at boot
with MODULE_NOT_FOUND, breaking `npm run dev` and the production build (60
consecutive red `Build App` runs on release/v3.8.50).

Fixes the same latent pattern in src/lib/usage/usageLedger.ts, which survived only
because it is an `import type` and is erased before resolution.

Adds a guard rejecting relative .js specifiers across open-sse/ and src/. Package
specifiers are untouched: publishing ESM as .js is legitimate there (e.g.
@modelcontextprotocol/sdk), and only first-party relative imports are first-party
TypeScript.

Closes diegosouzapw#10674

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
muhamadgalihsaputra pushed a commit to niyatna/NiyatnaRoute that referenced this pull request Sep 27, 2026
…uzapw#10692) (diegosouzapw#10695)

* fix(sse): import localDb through its real .ts extension (diegosouzapw#10674)

`open-sse/services/combo.ts` imported "../../src/lib/localDb.js" — a .js suffix
on a module that only exists as .ts. Turbopack resolved it by accident until the
dependency-tree change in diegosouzapw#10647; after that the instrumentation hook died at boot
with MODULE_NOT_FOUND, breaking `npm run dev` and the production build (60
consecutive red `Build App` runs on release/v3.8.50).

Fixes the same latent pattern in src/lib/usage/usageLedger.ts, which survived only
because it is an `import type` and is erased before resolution.

Adds a guard rejecting relative .js specifiers across open-sse/ and src/. Package
specifiers are untouched: publishing ESM as .js is legitimate there (e.g.
@modelcontextprotocol/sdk), and only first-party relative imports are first-party
TypeScript.

Closes diegosouzapw#10674

* fix(config): keep the SQLite driver out of the client bundle (diegosouzapw#10692)

The `aihorde` entry in IMAGE_PROVIDERS imported its live-catalog service directly.
IMAGE_PROVIDERS is reachable from "use client" dashboard pages — they read its KEYS
to derive which providers support which media kind — so that import dragged
aihordeImageCatalog → safeOutboundFetch → proxyFetch → featureFlags → db/core →
sqljsAdapter into the browser graph. The build then tried to bundle fs/net/tls for
the browser and failed with 28 Module not found errors, leaving `Build App` red for
60 consecutive runs and no artifact buildable from the branch.

A dynamic import() does not fix this: the bundler still has to make the module
browser-loadable. The dependency is inverted instead — the registry entry knows only
a pure registration module, and the server-only service registers itself on import,
which every server path needing live models already does. With nothing registered the
getter yields [], exactly what the live catalog returned before its first poll.

Validated by a full `npm run build:release`: 0 Module not found, artifact produced.

Closes diegosouzapw#10692

---------

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
muhamadgalihsaputra pushed a commit to niyatna/NiyatnaRoute that referenced this pull request Sep 27, 2026
…y point (diegosouzapw#10692) (diegosouzapw#10700)

The guard shipped with diegosouzapw#10695 watched two hand-picked modules. It now walks the static
import graph from all 753 "use client" files in src/ (plus the two originally pinned
entries), so the invariant is verified across the repo instead of where someone
remembered to look. Full sweep runs in ~750ms.

Two exclusions make that practical:

- `import type` is not an edge — TypeScript erases it before the bundler sees it.
  Counting type imports turns 3 real findings into 29; a guard that cries wolf gets
  switched off.
- Dynamic `import()` is still not followed. It does not break a bundle edge (that was
  tried for diegosouzapw#10692 and failed) but it does move the module into a chunk the browser
  fetches on demand, which is a legitimate boundary.

The widened sweep immediately found what the narrow one could not: five value-form
imports of `db/batches` / `db/files` across three files under dashboard/batch, each
reaching db/core → the SQLite driver. All five bind only interfaces (BatchRecord,
FileRecord) used in type position, so the compiler was eliding them and the build stayed
green — the same latent shape as diegosouzapw#10692 before diegosouzapw#10647 removed the toolchain's tolerance.
Marking them `import type` makes the elision explicit instead of incidental.

Refs diegosouzapw#10692

Co-authored-by: Xiangzhe <bakryun0718@proton.me>
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fix(backend): OmniGlyph runs before OpenAI-to-Claude translation

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